16 de jul. de 2009

Pesadelos


Pesadelos


Certa noite, um sussurro eu ouvia
Rastejante, um pesadelo renascia

Vencendo o medo que angustia
Ousei olhar o que o escuro sugeria

Ah... O que vi debaixo do lençol
Foi angustiante sina, foi meu mal.

Um terrível monstro sem tentáculos
Tornava o meu medo real 


Asquerosa respiração me assustava
Com dois olhos enfermiços
A criatura tenebrosa me espiava

Desde então, dormir não já posso

Se fecho meus dez olhos eu vejo
A pequena fera, o ser infernal
Esperando que meu sono venha afinal.


Tânia Souza

Dedicado à querida sombria Celly Borges.

Um comentário:

  1. Tânia, você sabe usar as palavras muito bem! É minha escritora favorita!

    Obrigada por me dedicar a poesia. ^.^

    bjo bjo

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