23 de ago de 2009

Sangra o Luar


Sangra o luar...

Em teu pescoço suave escorre a noite
embriaga-me o néctar da vida Eterna
alma tua percorrendo minhas eras

Grito lascivo uiva ao infinito
em carne tua meus caninos enterram-se
Saciados sonhos, tristezas, quimeras

De fome, febre e sede, sangra o Luar...
Estremece a noite: deslumbrante rubi!


Tânia Souza

3 comentários:

  1. Sangra o rubi
    o imenso rubi
    fel
    sangue
    mel
    o mais doce
    grandioso
    poderoso
    intenso
    eterno
    mel


    Obrigado por acompanhar a Cova, Tânia Mara Souza!

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  2. É mesmo. Belíssimo poema. Parabéns, Tânia.

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